⚠️ REAJUSTE INSUFICIENTE — 12/03/2026: O governo anunciou 15%, mas apenas 4,4% é aumento real. O restante é benefício tributário.
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Enquanto Estado e União repassam milhões à saúde, municípios fluminenses retêm ou desviam a finalidade do dinheiro, criando um ciclo perverso de inadimplência. O que resulta para o cenário da diálise no Rio de Janeiro em clínicas operando no limite e pacientes renais crônicos sob risco imediato. "Estamos diante de uma situação em que o recurso público existe, foi transferido e está devidamente documentado, mas não chega ao prestador. Isso gera insegurança financeira e coloca em risco um tratamento que é vital e inadiável", alertou Leonardo Barberes, vice-presidente da ABCDT.
ABCDT completa 35 anos documentando atrasos de pagamento, ameaça de fechamento de clínicas e desigualdades regionais. Defasagem da Tabela SUS é problema histórico que se agrava.
Setor de diálise enfrenta crise financeira nos últimos anos, resultado da defasagem da tabela e do aumento contínuo dos custos. Parlamentares discutem soluções urgentes.
Quase 3 mil pacientes renais crônicos que dependem do SUS correm risco de ter o tratamento interrompido. Pelo menos 17 clínicas dependem do cofinanciamento estadual, com atrasos de R$ 13 milhões.
17 clínicas estão à beira da insolvência financeira e ameaçadas de fechar. Atraso de R$ 15,5 milhões em cofinanciamento há 1 ano e meio coloca tratamento de milhares em risco.
Clínica em Goiás encerra atividades deixando cerca de 90 pacientes sem atendimento. Fechamento é reflexo da defasagem da Tabela SUS, congelada há 2 anos.
Pacientes estão internados desnecessariamente em hospitais públicos ocupando leitos de UTI e enfermaria sem indicação médica, apenas porque não há vagas nas clínicas especializadas.
Mais de 10 mil pessoas são atendidas nas clínicas de diálise afetadas pelos atrasos de pagamento. Prefeituras e estados têm até 5 dias úteis para repassar valores após envio da verba pelo governo federal.